Carlinhos Brown lança música sobre prevenção do suicídio

Ambos foram desenvolvidos especialmente para uma iniciativa idealizada pelo CVV em parceria com a Libbs e criada pela TracyLocke Brasil

O músico Carlinhos Brown lança, em setembro, a música e o videoclipe “Vozes do Silêncio”, obras que exaltam a importância da vida e incentivam o diálogo sobre o suicídio. Ambos foram desenvolvidos especialmente para a campanha “Suicídio: Falar pode mudar tudo”, iniciativa do CVV com o apoio da Libbs. A letra da música traz mensagens de apoio e empatia com o sentimento de quem está sofrendo, mas também exalta a vida e traz uma reflexão sobre a importância de encarar os problemas de frente e de dialogar sobre angústias e tristezas como ferramenta para encontrar uma saída que não seja o suicídio.

O objetivo é incentivar o diálogo em torno do tema, além de mostrar que o silêncio, o preconceito e o tabu sobre o suicídio podem ser gatilhos para quem está sofrendo. De acordo com o CVV, quando as pessoas conversam sobre suas tristezas e pensamentos suicidas sem se sentirem julgadas, têm mais facilidade para encontrar novas alternativas e seguir em frente.

O assunto é sério – o Brasil é o oitavo país do mundo em número de suicídios. São cerca de 12 mil por ano, em média 32 pessoas se matam por dia no Brasil, se tornando a terceira maior causa de morte entre jovens. No mundo, mais de 800 mil pessoas se suicidam anualmente e esse número não para de crescer.

Confira o videoclipe da campanha da Libbs, com criação feita pela TracyLocke Brasil:

Além da música, foram criados canais informativos nas redes sociais – Instagram, Twitter e Youtube –, com o nome da campanha (@falardesuicidio), para abastecimento de conteúdo educativo, além da participação de influenciadores digitais engajados na causa.

“Tentar reduzir o estigma relacionado ao assunto e incentivar o diálogo por meio de empatia e acolhimento é, de alguma forma, capacitar e estimular a própria população a fazer dentro de seu meio, o que os voluntários do CVV fazem nacionalmente”, explica Carlos Correia, voluntário e porta-voz do CVV.

 

 

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