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Seja Banco!

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A agonia dos grandes bancos avança mais. A febre sobe! Agora, e no mercado financeiro, a disrupção da disrupção.

O desespero dos grandes bancos diante do ataque das fintechs agora escancara-se. As fintechs, à semelhança dos cupins, atacam e comem por baixo. Centenas…

As Bighttechs, não batem na porta e nem pedem licença. Vão invadindo: Google, “Feice”, Apple… Todos concorrendo com propósitos assassinos indisfarçáveis… Antigos parceiros viram as costas e mandam ver no território antes e supostamente exclusivo dos bancos: Pernambucanas, Marisa, C&A, Renner, Luiza, Riachuelo… E ainda, por cima, por baixo, por todos os lados, as maquininhas mandam ver…

E aí, as diretorias dos bancos que sofriam caladas e com a boca fechada, agora começam a se manifestar dando a sensação de que se preparam e treinam para as desculpas públicas que terão que dar brevemente, quando o derretimento escancarar-se.

Semanas atrás, e no primeiro capítulo do segundo tempo, da disrupção da disrupção o Banco Máxima, sobre o qual poucos ouviram falar tantos são os novos bancos, lançou a plataforma Be Bank.

Isso mesmo, Seja Banco!

Conclusão, com essa plataforma qualquer Zé Mané ou empresa do país pode oferecer serviços financeiros e bancários para seus clientes, funcionários e fornecedores. Se o seu sonho era ter ou ser um banco… Em verdade, a plataforma tem por trás diferentes agentes e instituições financeiras que passam pela fiscalização e controle do Banco Central.  Mas, na aparência, vitrine, face pública, as novas e centenas, talvez milhares, de empresas bancos assim se apresentam a muitos de seus públicos. Mais ou menos como faz a Luiza no varejo.

Quem quiser, diante de poucas condições, pode ser um revendedor Luiza e ter uma loja em seu portal. Uma espécie de Market Place de milhares de bancos.

Assim, e como explica, Yan Tironi, CEO do BBNK, a designação da plataforma do Banco Máxima: “Qualquer empresa que queira criar uma fonte alternativa de receitas, de qualquer setor, vai poder oferecer os serviços financeiros e bancários com a própria marca e para o público de seu relacionamento”.

Assim, e brevemente, e ao lado de sua casa, o Banco da Terezinha (a que só vendia frutas, lembra), o Banco do José (açougueiro, seu querido amigo), o Banco do Pedro (padaria, o do pão de queijo), e o Banco da Ignês (da floricultura, lembra, onde você comprava flores todos os dias para sua namorada).

Dentre outros…

Sem falar no Maciel, aquele seu cunhado que você não suporta, agora é banqueiro…

Vai faltar cliente!

 

 

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