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Prego, parafuso, roela, rebimboca

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De uns anos para cá, mais ou menos duas décadas, com a multiplicação das áreas de compras nas empresas, a ignorância tomou conta do ambiente corporativo. Uma espécie de epidemia de burrice crônica e acelerada.

E assim, por total falta de sensibilidade e inteligência, as empresas tentam comparar e equiparar trabalho intelectual, onde existe um autor e sua equipe assinando e se responsabilizando, e que, se de qualidade, é único, exclusivo, e absolutamente impossível de comparação.

Ou a empresa convence-se de que verdadeiramente precisa do conhecimento e competências daquela empresa prestadora de serviços e a contrata, ou arrisca-se a uma concorrência sem o menor sentido, e cujos resultados, em mais de 90% das situações, conforme todas as estatísticas comprovam, serão simplesmente desastrosos.

Muito especialmente quando a empresa busca um prestador de serviços para integrar seu time, fazer parte da equipe, agregar-se e agregar ao seu capital humano, por um tempo maior, e não apenas para uma ação ou desafio específico.

Recentemente fomos procurados por uma empresa que chegou até nós mediante mais de uma dezena de recomendações, com um desafio grande pela frente, mais que carecendo de orientação, e nos pedindo uma proposta por nossos serviços de consultoria. Sem nenhum problema, sempre que solicitados e nos julgamos capazes de corresponder às expectativas e prestar serviços preparamos e apresentamos propostas.

No final de toda a conversa, no entanto, e empolgado com tudo o que viu e ouviu, o profissional pediu a proposta. Mas… Que a encaminhássemos a área de compras porque tudo, absolutamente tudo na sua empresa, de cadeira, ventilador a vaso sanitário, incluindo gente: médicos, arquitetos, consultores, precisava passar por concorrência.

De forma delicada e sensível, agradecemos muito pelas referências que coletaram sobre nossa empresa, por terem nos procurado, manifestamos nossa felicidade por poder contar sobre nossa forma de trabalhar tangibilizando e qualificando nossas credenciais, mas disse que não iriamos enviar a proposta e muito menos participar daquela, ou de qualquer outra concorrência.

O profissional levou um susto, insistiu, pediu, ”por favor,” que participássemos porque era uma mera formalidade e que certamente ganharíamos… E uma vez mais agradecemos, despedimo-nos e fomos embora.

Em chegando ao MMM decidimos escrever um pequeno texto que desde então passa a integrar nossas apresentações e onde manifestamos nossos sentimentos sobre o tema. O texto diz,

“Não somos prego, rosca, ruela, nem rebimboca da parafuseta. Com todo o respeito pelos inestimáveis serviços que esses artefatos prestam. Somos únicos. Nosso conhecimento é exclusivo. Impossível de ser comparado a outro prestador de serviços ou profissional. Não necessariamente melhor ou pior; repito, ÚNICO! Mais de 500 empresas confiaram em nós. Mais de 1200 trabalhos realizados, mais de 3000 marcas planejadas, criadas, posicionadas, e de total sucesso, constituem parte das nossas credenciais.

Assim, qualquer comparação em concorrências lamentáveis, e, se topássemos, e como sempre, injustas, e, burras. Injustas para todos os envolvidos numa espécie de circo. E burras porque absolutamente impossível comparar-se laranja com banana e abacaxi. Cada um com suas credenciais, competências e merecimentos.

Por essa e muitas outras razões, não nos sentamos diante de uma mesa de compras nem por 1 milhão de cacetes e muito menos por 1 pote de ouro. “Tamo fora”. Definitivamente.

Assim, se você e sua empresa consideram e querem ter a seu lado a única consultoria empresarial de todo o mundo ideologicamente comprometida com o marketing – clientes e mercado –; a única que colocou em prática, testou e comprovou os ensinamentos monumentais de Peter Ferdinand Drucker, estamos a sua disposição para quantas conversas forem necessárias sem nenhum custo – até porque precisamos saber se é de nossos serviços que sua empresa verdadeiramente precisa –, e, depois, e se for o caso, o encaminhamento de uma proposta. E isso não custa absolutamente nada. É um prazer, uma honra, motivo de alegria e felicidade.

Agora, se por acaso você está pensando em nos convidar para participar de uma concorrência, por favor, nem nos deixe saber. Temos uma ótima impressão de sua empresa e não gostaríamos de reconsiderar nossos sentimentos…

Este comentário de hoje é uma homenagem a todos os verdadeiros e qualificados prestadores de serviços.

Se você é prestador de serviços jamais se submeta a essa manifestação de burrice monumental, e que é, participar de concorrências. Seu trabalho é único. Intelectual. De autor. Portanto, impossível de ser comparado com o que quer que seja.

Respeite-se, respeitando todos os demais autores, e que são todos os prestadores de serviços.

De todos e quaisquer serviços. E na Sociedade do Conhecimento.

 

 

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