“Por falta de alternativas, o Brasil está condenado a fazer a coisa certa”

Quem disse essa frase foi o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco.

Mais ou menos como dizer, “já esgotamos todo o estoque de erros possíveis e até mesmo os inimagináveis; isso posto não nos resta outra alternativa que não seja acertar”.

Concordo com Gustavo, mas vou adiante.

Mais que por falta de alternativas, diante de uma nova, definitiva e devastadora realidade, nós, Brasil, e o mundo, todos, sem exceção, em maior ou menor extensão e escala, dependo de até onde avançamos, temos que nos reconstruir e reposicionar.

Caminhar para frente. E encarar o novo mundo que se aproxima e começa a revelar seus primeiros contornos.

Todas as tentativas exóticas e sonhadoras que implicavam a confiar nossas vidas e destinos ao jugo de títeres, criminosos e incompetentes fracassaram.

Todas. Sem exceção.

As tais alternativas socialistas e igualitárias rolaram ladeira abaixo.

O capitalismo de quadrilha acaba de ser sepultado pelas gestões criminosas dos governos petistas. O que se chama hoje de Capitalismo Crony – capitalismo de capangas, de conluio perverso e escatológico entre políticos e empresários.

Hoje, prevalecente na China e muito especialmente na Rússia, mas como regimes fechados e sem oposição.

Precisamos de uma economia de mercado verdadeira, com a presença do Estado limitada a controles e regulações;

Mas, totalmente ausente de qualquer atividade, e que vai demandar aproximadamente 30 anos para que esse estado predador seja esvaziado e converta-se num singelo, prosaico e eficaz aplicativo.

É o que temos que fazer daqui para frente e onde temos que nos concentrar.

Em todos os próximos anos e décadas, e enquanto não terminarmos a travessia do velho para o novo, qualquer discussão sobre ideologia é perda de tempo e absolutamente irrelevante.

Temos que nos concentrarmos – todos – na jornada em direção ao futuro.

Na construção de um Brasil de verdade.

Preparado e aberto para todos os desafios.

Moderno no pensamento e nas práticas. E generoso na solidariedade e no compartilhamento.

Ou, uma vez mais, perdermos a oportunidade.

FRANCISCO MADIA, especial para o MMM.

 

 

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