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Perder a fé, jamais!

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De repente, não mais que de repente, e diante da demora em se encaminhar uma solução para a mega e devastadora crise econômica conjuntural por que passa nosso país; e, em paralelo, a ação que muitos milhões de famílias vêm adotando para mitigar a crise, conforme todos nós temos comentado recorrentemente, manifesta-se a inspiração de algum designer, religioso ou não, e faz uma releitura daquela que foi a logo do catolicismo durante dois milênios, A Cruz. Com, ou sem, Cristo.

E assim, de repente, não mais que de repente, uma nova cruz vai crescendo e se multiplicando, e passa a marcar, decorar, pontuar, camisetas, objetos, bandeiras, flâmulas, cartazes, infinitas manifestações.

A nova cruz, ou a cruz da crise, é uma cruz onde o T converte-se num F, que ao invés de seguir reto na perna horizontal da direita de quem vê forma, antes, um É. E assim nasceu uma Cruz impregnada, comprovada, visual e materialmente, de Fé. A cruz converteu-se na palavra FÉ.

Nos “top trends” dos tatuadores, de cada 10 tatuados 5 pedem a Cruz com Fé. Enquanto isso, as tradicionais mãos juntas e orando vem perdendo terreno. Quem seria o autor… Provavelmente, e, de verdade, jamais se saberá.

Em matéria da Folha de semanas atrás, uma loja na cidade de Campinas intitula-se a responsável pela criação.

Kelli Gasques, da loja Ruah Moda Cristã, afirmou a Lucas Brêda da Folha o seguinte, “Vi uma camiseta americana com ‘Jesus’ escrito em forma de cruz. Como não fazemos cópia, chamei uma moça que trabalha comigo e saiu a cruz escrito Fé… e aí lancei uma primeira coleção no mês de agosto passado”.

Fica o registro. Independente de quem criou – jamais se saberá – foi uma oportunidade monumental que desfilou na frente de milhares de players do território da moda e nenhum deles – por enquanto – soube aproveitar-se de forma competente e profissional. Marca de uns tempos de sofrimento e dor de nosso país do qual espero nos despeçamos, o mais rápido possível.

No futuro, quando tomarmos jeito e dermos um jeito pra valer em nosso país, quando não mais tenhamos que passar por situações de dificuldades e crise como estamos passando nos últimos 5 anos, sempre nos lembraremos destes dias quando olharmos para essa cruz.

E ao olharmos, quem sabe isso funcione como uma descarga elétrica monumental para nos lembrar quanto custa nos omitirmos, não participarmos, e deixar que os outros resolvam por nós.

Não resolvem. Resolvem por e para eles. O importante é jamais perder a fé.

 

 

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