Pânico

A definição clássica da Síndrome de Pânico é “transtorno de ansiedade caracterizado por crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente”.

Por decorrência, “quem sofre do transtorno de pânico está sujeito a crises de medo agudo de forma recorrente e inesperada”. E as crises continuam diante da preocupação permanente da possibilidade de novos ataques, complicando a rotina do dia a dia dessas pessoas, ou por medo da perda de controle, de até mesmo enlouquecimento, e quase certeza de um ataque do coração iminente.

Essa é a Síndrome de Pânico, ou o Transtorno de Pânico.

Cada vez mais presente nas pessoas em decorrência dos tempos de transição que vivemos, de ruptura, e da crescente dificuldade de conviverem com o NOVO.

No Brasil, e além da Síndrome de Pânico, vivemos outra crise de pânico, tática, conjuntural, e decorrência da nossa crise do devastador tsunami produzidos pelo PT e por Dilma Vana Rousseff.

E que desemboca e se magnetiza na diminuição dos números de empregos – crise estrutural – mega agravada por nossa debacle econômica – crise conjuntural.

Portanto, Pânico é a palavra. Pânico é o mal desta década que caminha para o fim. Tomara que ao terminar essa década leve junto, ou atenue o Pânico.

Dados divulgados pela ANS, Agência Nacional de Saúde, informa que o número de consultas psiquiátricas cobertas pelos planos de saúde, saltou de 2,9 milhões do ano de 2012, véspera da eclosão da crise econômica e do Tsunami PT/Dilma, para 4,5 milhões em 2017, e 5,0 milhões em 2018.

Todas as demais razões para consultas subiram em no máximo 10% contra os 73% das consultas psiquiátricas.

Portanto, nossas escolhas no campo político são da maior importância e exigem de nossa parte o maior cuidado e infinita responsabilidade.

Incompetência, péssima gestão, descalabros administrativos e organizacionais, aditivados por corrupção e criminalidade, sim, Matam. Primeiro desequilibram, depois enlouquecem, e, finalmente matam.

E os que sobrevivem, pagam a conta.

Assim, há muito tempo deixou de ser engraçado rever a ex-presidenta no auge de sua imbecilidade protagonizando espetáculos degradantes em manifestações públicas.

Não é engraçado. É trágico. Tóxico. Mortal.

Assim como é preocupante e começa a ser desalentador ver-se Jair Messias Bolsonaro curvar-se diante da irresponsabilidade e ignorância de seus filhos e começar a vazar parte da confiança e das esperanças de sua eleição.

Não gostaria, ao final de seu governo, de ter que voltar ao tema para dizer que as consultas psiquiátricas bateram todos os recordes, e que uma inaceitável e brutal onda de suicídios dizimou muitos brasileiros, absoluta e compreensivelmente incapazes de suportar as consequências de quase 10 anos de crise econômica.

De não ter mais como pagar suas contas, e suportar o peso da vergonha decorrente.

Acorda, Jair!

 

 

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