Embrapa, vamos resgatá-la das mãos dos bandidos e da burocracia!

Semanas atrás, no The Economist, uma crítica mais que procedente a uma das poucas instituições brasileiras reconhecidas dentro e fora do país, a Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

O artigo começa registrando todos os fantásticos feitos da instituição, que em muito contribuiu para que o país convertesse-se em potência mundial em seus territórios de atuação.

Mas adverte, que de alguns anos para cá foi capturada pelos políticos e está se convertendo num monstro paquidérmico e à semelhança do estado brasileiro.

Não se trata de sinais preocupantes, Trata-se de fatos comprovados e alarmantes.

A – A Embrapa está completando 45 anos.

Mais de 90% das conquistas, descobertas, pesquisas e contribuições da Embrapa aconteceram nos primeiros 25 anos e que até hoje ainda trazem importantes resultados.

Nos últimos 20 anos a contribuição tem sido pífia. Converteu-se nu monstro paquidérmico que se arrasta…

B – O aparelhamento da Embrapa, muito especialmente nos governos petistas, criou o absurdo de fazer com que hoje a empresa, do total de seu orçamento, invista 70% na Folha de Pagamento, e, apenas, 2% em pesquisa – sua razão de ser.

Deixou de ser uma empresa de pesquisa; passou a ser uma empresa de holerites…

C – No território específico do mapeamento genético, área essencial para todas as novas conquistas e descobertas, a Embrapa não tem feito absolutamente nada nos últimos anos.

Zero!

Assim, muito importante que uma publicação isenta, internacional, respeitada e de qualidade, tenha formulado essa grave denuncia.

Ainda a tempo de resgatarmos quem muito contribuiu, em seus primeiros 25 anos, para que o Brasil se convertesse numa das mais importantes potências agrícolas do mundo.

Ainda há tempo para resgatar a Embrapa. Pouco tempo…