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Burnout, ou, Agora não é mais assim…

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No correr dos últimos 20 anos fomos sentindo o nosso entorno, gradativamente, ir se modificando. Devagar, no início, um pouco mais acelerado agora, e em velocidade alucinante um pouco mais adiante. Sem falar da pandemia…

A forma como nos alimentamos, fisicamente, e como nos alimentamos, intelectualmente. Onde moramos, como nos deslocamos, o que fazemos, como nos relacionamos, e como estamos evoluindo ou involuindo em nossa condição econômica, nos negócios, e na vida.

Nosso corpo talvez não tenha sentido muito, salvo, manifestações de dores novas, e que agora desconfiamos não ter nada a ver com o físico, e sim com o intelecto. Com a tontura que vai crescendo e aumentando em nossas cabeças, na medida em que o que era bom ou certo, anos atrás hoje é completamente superado ou errado. Pânico era um acontecimento raro na vida das pessoas. Lembram os sustos ocasionais… Hoje, e para muitas, um estado permanente e incorporado à psique. Onde as virtudes que supostamente precisamos ter daqui para frente não batem mais com as competências que desenvolvemos no correr de nossas vidas.

Como vocês que nos acompanham sabem, aqui no MadiaMundoMarketing, nosso entendimento não é que apenas estamos vivendo mais um período de transição. Em nosso entendimento estamos encerrando o primeiro tempo da história de humanidade, e começamos a vislumbrar os primeiros traços e contornos de um admirável mundo novo em processo de construção. O início do segundo tempo ou ato da história da humanidade. E assim, muitas pessoas, vão, literalmente pirando. Sentindo-se inseguras, confusas, e algumas delas, desequilibram-se, pra valer.

Meses atrás, e pela primeira vez, a Organização Mundial de Saúde, definiu esse esgotamento – Burnout – como estresse crônico – síndrome de burnout – e que foi incluído na classificação de doenças da instituição. 24 horas depois corrigiu a informação dizendo não ser exatamente uma doença, mas aspas, “uma síndrome resultante do estresse crônico no trabalho”.

Incompleto; não apenas do trabalho, do parto prolongado e mais que dolorido do nascimento de um Mundo Novo. Desde então. E como era de se esperar, o assunto vem sendo tratado à exaustão em comentários e debates, e algumas manifestações novas colocam mais pimenta no tema.

Muitos cientistas, por exemplo, começando a relacionar essa confusão e estresses mentais, decorrentes da transição, como possível causa ou agravante da demência. Alguns, associando ao Alzheimer. O fato é que por causas naturais decorrentes do envelhecimento, pelos ganhos de longevidade (40 anos a mais de vida nos últimos 100 anos) o que aumenta brutalmente o número de idosos, mais a disrupção ampla, geral e irrestrita que marca esta quadra da história da humanidade em decorrência do tsunami provocado pelos avanços radicais e em escala na tecnologia, diferentes tipos de desequilíbrios e demências deverão caracterizar o mundo a partir de 2020, culminando e alcançando o ápice entre 2030 e 2040.

Assim, e nos nossos planos de longuíssimos prazos, a perder de vista, não podemos ignorar essa nova e desafiadora realidade. Maluquinhos aos milhares em nosso entorno, vizinhança, lado. Quem sabe, e dentre esses, nós.

Mais que previsível. Absolutamente, Inevitável. Mas, que com uma melhor organização de nossas vidas, com pitadas adicionais de compreensão, comedimento, sensibilidade, empatia e generosidade, existem possibilidades reais e concretas de prevenir e ou atenuar a demência epidêmica que está chegando.

E precisamos começar agora. Ter a consciência dessa inevitabilidade é o primeiro passo.

 

 

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