Exposição, que ficou seis anos em cartaz em Seattle, estreia 12 de setembro no Lounge Bienal, no Ibirapuera (foto: divulgação)

A exposição ‘Nirvana: Taking Punk to the Masses’, que já alcançou mais de 3 milhões de visitantes nos seis anos em que esteve em cartaz em Seattle, aterrissa no Brasil para compor o Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada às exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela líder mundial em tecnologia em parceria do Ministério da Cultura e com realização do Instituto Dançar.

Criada pela Dançar Marketing, com concepção de Pedro Bianco, a Samsung Rock Exhibition é uma plataforma completamente inédita no mercado do entretenimento e live marketing. Sendo a 1º série da América Latina, o projeto traz exposições exclusivas, nacionais e internacionais, que convidam o público a mergulhar no universo criativo da música, moda e de astros da cultura pop.

A Samsung Rock Exhibition estreou em 2015 com o pé direito trazendo a exposição de Jimi Hendrix. Até então inédita no Brasil, a exposição Hear My Train A Comin apresentou o período mais criativo do maior guitarrista de todos os tempos.

Neste ano de 2017, a Samsung Rock Exhibition estreou com a mostra ‘Nirvana: Taking Punk to the Masses’. A inédita exposição traz ao país a história da maior banda de grunge e mapeia toda a cena musical independente da costa oeste americana. Depois de uma bem-sucedida temporada no Rio de Janeiro, a mostra foi inaugurada nesta terça-feira (12) em São Paulo, no Lounge da Bienal (Parque Ibirapuera), onde fica até o dia 12 de dezembro.

Sob curadoria de Jacob McMurray, a exposição retrata parte da história da revolucionária banda, eternizada no Hall da Fama do Rock e também da cidade de Seattle, onde a banda ganhou o mundo e virou o epicentro cultural e musical da geração da década de 1990. Essa é a primeira vez que a exposição sai do The Museum of Pop Culture de Seattle (MoPOP) para ganhar outras regiões e a expectativa de público é alta, bem como a perspectiva dos fãs, que aguardam ansiosamente para regressar ao passado e entrar novamente na década das camisas de flanela.

São mais de 200 peças entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais, cartazes, desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais. A exposição retrata uma das bandas mais importantes formadas até hoje, duas décadas após sua dissolução, incluindo a cidade de Seattle, de onde ganhou o mundo. Símbolo da geração grunge, o grupo tem uma história que se confunde com o próprio movimento, porém conquistou merecido espaço na galeria dos grandes do rock.

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