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Em um mundo totalmente digital, onde muitas vezes transferimos as relações pessoais para as telas e apps, fazer uma compra online, a partir de um anúncio que você viu em uma rede social, e receber um cartão pintado à mão, com seu nome, e uma mensagem complementar ao que você comprou, faz toda a diferença. Tanto que, dois meses depois de receber a compra, ainda não tive coragem de jogar fora o que, na verdade, não passa de marketing direto. Mas que, provavelmente em um cruzamento de dados simples como meu nome e o tipo de produto comprado, foi mesmo feito pra mim.

O mais legal é que isso combina com a proposta da marca, a Human Unlimited, cujo slogan é: “Spreading Ideas. Unleashing Potential.” Em tradução livre: “Humano Ilimitado. Compartilhando ideias. Liberando Potencial.” Porque de nada adianta um marketing com atitudes que o distanciem do conceito da marca. Que não seja verdadeiro, sincero, conectado.

A camiseta que eu comprei tem a frase: “Strong Women. Be them. Know them. Raise them.” Que eu traduziria como: “Mulheres fortes. Seja uma delas. Conheça – e, se possível, conviva – com elas. Ajude-as a crescer.” Camiseta que visto em nome de todas as mulheres que estão abraçando a causa pelo respeito, pela igualdade de direitos, e contra a violência, a cultura do estupro, o preconceito. Uma forma de manifestação para lembrar todas as mulheres que cruzarem meu caminho que juntas somos mais fortes. Que por uma sociedade mais justa e sem julgamentos de gênero, uma multidão tem ido às ruas ou escrito textos, falado na imprensa, nas redes sociais, colocado suas vidas em risco. Mulheres que participam de movimentos mundiais como as marchas e greves marcados para esta quarta 8, Dia Internacional da Mulher, onde mulheres de todo o mundo prometem não trabalhar – fora ou em casa – e não consumir, para mostrar sua importância no mundo, e vestir vermelho. Mais detalhes em womensmarch.com/womensday.

Mas essa é a minha/nossa causa. Que veio com a mensagem: “Being yourself is the prettiest thing a person can be. Thank you Rita.” Ou: “O melhor que uma pessoa pode ser é ela mesma. Obrigada, Rita.” No alvo. Era tudo o que eu queria e precisava ouvir. Era a motivação pra achar minha camiseta a mais incrível do mundo. Para não só guardar o cartão como mostrar pra outras pessoas, falar sobre a marca. Escrever sobre ela.

Imediatamente fui para o Instagram e vi fotos de outros cartões, com outras mensagens, nomes e desenhos. Bingo! Me senti ainda mais exclusiva, próxima, importante, mesmo consciente de que tudo é marketing, mas, dessa vez, diferente do que estou acostumada. E tenho voltado com frequência pra ver os últimos lançamentos da Human Unlimited, que levanta várias bandeiras com a missão de ajudar as pessoas a se valorizarem no individual e, assim, mudarem o mundo no coletivo.

E você, já teve uma experiência de marca assim? Quer contar pra gente nos comentários ai embaixo?

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Rita Durigan
Rita Elisa Durigan é jornalista especializada em comunicação e mora em NY.