Facebook está condenado?

Todas as notícias que aparecem sobre a rede social de Mark Zuckerberg são preocupantes. Já é evidente que o Facebook colaborou, de maneira ilícita, de eleições, vendeu dados de quase 87 milhões de pessoas – também de maneira ilícita –, superfaturou dados de publicações da qual tinha interesse que empresas e pessoas investissem, além dos preços absurdos que estão cobrando atualmente para que uma postagem seja vista.

No passado, a condenação já estaria decretada até pela forma rápida com que outros caminhos surgiam. Algo mais drástico só não aconteceu devido à ausência de outra opção para as pessoas seguirem. Lembrando que o mais óbvio seria seguir para o Instagram; o problema é que a rede social pertence ao mesmo grupo, deixando os usuários na mesma situação da qual estavam fugindo. Snapchat e Twitter eram outras opções, mas uma está condenada a falência e a outra continua uma eterna incógnita.

Por essas razões, os detentores do controle do Facebook ainda tentam correr atrás do prejuízo na esperança de recuperar o equilíbrio e a confiança das pessoas. Sempre tentando manter a fonte de renda maravilhosa que o Facebook vem tendo.

O problema é que a confiança já está indo por água abaixo. Dezenas de influenciadores do mundo digital já deixaram a rede, levando consigo uma série de pessoas que os seguem. Mesmo sem um caminho específico para onde ir, essas pessoas encontram outros modos de se relacionar online, dando margem para surgir, a qualquer momento, um possível substituto.

A única forma de salvar essa rede seria arranjar um jeito de tratar a ferida aberta por esses inúmeros escândalos, aproveitando o caminho já seguido e reestabelecendo a confiança dos usuários que se mantiveram. Um tratamento radical na marca é necessário, um trabalho profundo e de nível global.

Empresas especializadas em branding conseguem fazer trabalhos milagrosos de recuperação de marca, dando uma orientação externa sob o olhar do mercado para que algo possa ser feito.

Por enquanto temos que aguardar para saber o destino final. E você, acha que o Facebook tem salvação?

 

 

 

Quer receber nossa newsletter? Preencha o formulário abaixo:

Comentário

Comentário