Alunos da Universidade São Judas criam robô e ganham prêmio na Itália     

29 de julho de 2010

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Seis alunos do último ano de Engenharia Elétrica da Universidade São Judas realizaram o desafio de criar um robô hexápode (com seis pernas) que pudesse se locomover de forma regular. O projeto apresentado no IEEE ISIE 2010 (Simpósio Internacional da Indústria Eletrônica), na cidade de Bari (Itália) em julho deste ano, chamou a atenção de pesquisadores, acadêmicos e profissionais de eletrônica e recebeu o prêmio “Student Forum” como o melhor trabalho.

O hexápode é um pequeno robô com grande estabilidade e flexibilidade, o que o permite andar em terrenos irregulares, além de ter precisão nos movimentos. Seu diferencial está na técnica utilizada: a Cinemática Inversa, ou seja, todos os cálculos de movimentos e geração de trajetórias podem ser realizados no próprio robô, sem precisar do auxílio de um computador, proporcionando assim autonomia em um projeto de baixo custo.

Essas características permitem que o robô tenha inúmeras aplicações, desde a exploração espacial, pesquisa submarina até cirurgias, simuladores de vôo e de movimentos, reconhecimento de campo, entre outros. Segundo o professor Alexandre Brincalepe, orientador do projeto, “o robô representa um protótipo, o que quer dizer que ele pode ser utilizado em escala e tamanho maiores, conseguindo sustentar até o peso de uma pessoa”.

Para a criação do robô, os alunos tiveram de aplicar conceitos de diversas áreas da Engenharia como Robótica, Eletrônica, Programação, Mecânica, Cálculo Diferencial e Integral, Cálculo Numérico, Cálculo Vetorial, Geometria Analítica e Desenho Técnico.

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Informações à imprensa:
Christiane Alves
Gerente de Contas
chrisalves@madiamundomarketing
Madiamundomarketing – www.madiamundomarketing.com.br

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2 Comentários

  1. Parabens a esses alunos reconhecidos internacionalmente. Pena que o nosso país não dê nenhum incentivo
    incentivo.

    Comentário by Eliene Bacelar — 2 de agosto de 2010 @ 15:06

  2. Achei sensacional o trabalho, pena que a universidade não poude patrocinar a ida desses alunos até a Itália.
    Esses alunos são muito inteligentes, para desenvolver tal projeto.
    Parabens para todos eles.
    Quanto a Universidade São Judas Tadeu, deveria investir mais em seus alunos, dando oportunidade à eles.

    Comentário by Roberto Schneiater — 3 de agosto de 2010 @ 7:21

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