Zara – A Marca da Escravidão!     

17 de agosto de 2011

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Parece mentira, mas, é a mais absoluta verdade!  Em pleno século vinte e um, convivemos com uma dialética que mescla a riqueza com a pobreza: A dialética do descaso, do abandono, do capitalismo descentralizado, míope, corrupto e anárquico; da mesquinharia e do egoísmo humano e conseqüentemente da religiosidade hipócrita.

Fico absolutamente enojado com as políticas públicas, com seus construtores e administradores políticos, com o poder legislativo que não se atualiza, com o poder judiciário que não cumpre definitivamente com a missão e com o poder executivo que nada executa.

Um país que tem de tudo para crescer, desenvolver, proliferar seus frutos sadiamente e “SER” sem sombra de dúvidas a maior potência mundial, age como um adolescente de doze ou treze anos que levado por seus instintos, falta de informação, conhecimento e de uma referência mesmo que simbólica significativa, deixa desencadear uma série de atitudes criminosas, desgovernadas, sem base estrutural, sem moral, sem consciência e sem caráter.

O pior de tudo isso é que este país não é um adolescente, bem como não é governado nem dirigido por um.

O marketing é estrutural, as ferramentas do marketing são utilizadas especificamente pelo setor de marketing, mas, mais importante que as ferramentas do marketing é o pensamento do marketing e este não pode e não deve em hipótese alguma ser negligenciado e/ou excluído. Esta é uma condição sine qua non para que o marketing funcione de forma adequada. Em outro artigo que escrevi, defino marketing como: O processo sistêmico, global, sincrônico e interdependente de identificar, da arte de criar, da capacidade de estruturar, da potencialidade de desenvolver, da condição de manter e da ludicidade de recriar mercados, visando atender e suprir os desejos, necessidades, vontades e sonhos de consumidores e clientes de forma consciente e ética.

Tendo como base a revolta, indignação e o conceito de marketing acima citados, não me parece possível acreditar e aceitar que uma empresa com uma marca significativa no mercado venha desempenhar um papel tão promíscuo quanto o noticiado:

Flagrantes mostram roupas da Zara sendo fabricadas por escravos…

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/08/17/flagrantes-mostram-roupas-da-zara-sendo-fabricadas-por-escravos.jhtm

Não tenho palavras para expressar a conclusão desastrosa que tiro da lição que recebi ao ler este noticiário.

Existia uma marca… Existiu uma empresa…

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Biografia

EX-Professor da UNIP nas áreas de Marketing, Pesquisa de Mercado, Mix Marketing, Comunicação Empresarial, Gerência de Produto e Preço e Marketing de Serviços; Professor da Pós Graduação da UNIP - MBA em Comunicação e Gestão de Projetos em TI, nas disciplinas: Marketing de Relacionamento, Negociação e Comunicação Estratégica; Professor da FMU na área de Edição de Áudio e Vídeo, Webmarketing e Maketing de Jogos; Professor Convidado da USP - Especialização - na área de Novas Tecnologias. Mestrando em Comunicação pela UNIP, Especialista em "Políticas e Estratégia na área de inteligência Competitiva",Especialista em "Jornalismo na área de Teoria e Prática da Divulgação Científica" pela Universidade de São Paulo – USP. Bacharel em “Comunicação Social” com habilitação em Rádio e TV pela USCS / IMES; Radialista Profissional, DRT: 27307/SP. EX - Sócio / Diretor Comercial da Sefira Produção de Sites e Eventos Empresariais LTDA. Hoje responsável pela Edgard Guarda Comunicação Estratégica - www.edgardguarda.com.br