Ontem fui dormir um cara hypado, moderno, dono de um iPad capaz de deixar a todos com queixo caído em uma apresentação de campanha, de filme ou numa palestra.
Acordei hoje, liguei a TV e vi uma material sobre o lançamento no Brasil do iPad 2. Pronto, imediatamente me tornei um sujeito velho, antiquado, que não serve para quase nada. Afinal, eu tenho um produto ultrapassado, antigo, que não tem nem câmera dupla, é pesado e tem um design que é muito antigo, é de anteontem!
Juntando isso ao fato de que meu iPhone é 3GS, não é 4, aí mesmo é que eu sou virei uma pessoa da era do fax, talvez até do telex e do mimiógrafo.
Lembro da primeira vez que ouvi o termo obsolescência programada. Achei que era uma lenda urbana, um boato criado pela Gilette para tentar dizer que eles eram os mais espartos do mundo e explicar porque eles eram sinônimo de categoria.
Como eles continuam sinônimo de barbeador e eu estou me sentindo o ultimo dos homens por não ter um iPad 2 e um iPhone 4, acho que a coisa funciona mesmo.
E está cada dia mais ativa. Bom, agora deixa eu ir pra loja gastar algum para me sentir uma pessoa útil à sociedade de consumo de novo.
Espetacular! Quando deixaremos de ser escravos desta maneira?
Comentário by Sérgio Barbosa — 30 de maio de 2011 @ 16:15
E isso aí. Obsolescência programada é um conceito mais “velho que andar pra frente” e que hoje funciona com maior intensidade que antes. Mas com uma grande diferença: a Apple e outros hoje não escondem a prática, e os produtos que elas tornam obsoletos estão obsoletos mesmo! Portanto, vá correndo buscar seu iPhone 4, seu iPad e não se esqueça de comprar também uma Apple TV!
Comentário by Gilberto — 30 de maio de 2011 @ 16:49